Nossa História
História do Seminário São José
Em 1912, Dom Miguel de Lima Valverde, 1º Bispo Diocesano de Santa Maria, escrevia edificante Carta Pastoral, mostrando a necessidade da criação de um Seminário e pedindo aos corações generosos dos diocesanos preces e contribuições para empreendimentos.

Em 1914, lançou a pedra fundamental e, antes de sua morte, chegou a levantar a primeira ala do Seminário.




O segundo Bispo de Santa Maria, Dom Ático Eusébio da Rocha, logo que assumiu, manifestou decisão de levar a termo a importante obra, dando autorização a Mons. HubertoBusatto a percorrer a Diocese pedindo ao povo ajuda para concluir a construção do Seminário. A 28 de fevereiro de 1926, pôde inaugurar festivamente o Seminário São José, confiando sua direção aos padres e irmãos Jesuítas.

No mesmo tempo, foi realizada importante procissão com a imagem de São José, que percorreu as ruas da cidade desde a Catedral até o Seminário,(situado, na época, onde é hoje o Santuário da Medianeira) com a participação de toda a população.

O dia 04 de março marcou o início das aulas com Missa do Espírito Santo, estando presentes 66 alunos, distribuídos em dois cursos.




Após 40 anos de funcionamento, o prédio não oferecia mais condições de habitação. Estava tomado pelos cupins. Um novo prédio para o Seminário, no Parque Dom Antônio Reis, local denominado como ”Chácara do Seminário” estava sendo construído. Para tal empreendimento, fora loteado metade da chácara próximo à BR 392, chamado Parque Dom Antonio Reis. Concluído o novo prédio, o Seminário São José recebe uma nova configuração e passa a chamar-se INSTITUTO SÃO JOSÉ.




O Instituto São José é uma escola de Ensino Fundamental e Médio. Seu funcionamento se dá em forma das parcerias público-privadas entre a Mitra Diocesana de Santa Maria, governo do Estado e do Município de Santa Maria, atendendo atualmente uma clientela aproximada de 600 alunos.

Duas são as prioridades: formar os futuros padres da Diocese e educar gerações de homens e mulheres direcionados para criar uma cultura nova, balizados nos valores éticos e da cidadania. Homens e mulheres com vida e viver diferentes e diferenciados. Ancorados na busca do bem, da paz, do respeito, do caráter e na docilidade à voz de Deus. Abertos aos desafios do novo, educamos para não esquecer o que não muda.

Os jovens estudantes do Instituto São José são “treinados” para a criticidade, a sensibilidade para com o social, o bem comum, o amor à vida.
Significado do brasão do ISJ
INSTITUTO SAO JOSE

Três cores predominam o brasão.

Na faixa superior, a cor ouro está posta acima de todo o conjunto. O ouro representa a nobreza e que há uma hierarquia de valores. Como o ouro que não se corrói com o tempo, os valores cristãos também são perenes e sem fim.

A localização no alto do brasão quer indicar que estes valores são os mais importantes e a meta para a qual devemos alçar vôo.

A cor azul celeste representa o céu, horizonte infinito, para onde caminhamos, neste mundo, à luz da fé. O vermelho significa o sangue de Cristo e a Redenção por ele realizada.

Outros elementos: Uma cruz atravessa o brasão de alto a baixo. Ela sustenta-o e é seu pano de fundo. Nele se mantém a Casa e a Causa; Nela, na parte superior um "P", signo grego que indica o sacerdócio ministerial e está na parte central da faixa cor de ouro, como parte dos valores que não passam.

Na parte de baixo da cruz, uma fita na qual consta o nome da Instituição: Instituto São José, sob Deus e nada acima dele; O triângulo voltado para baixo significa a Santíssima Trindade, que, do céu "armou a sua tenda entre nós.

No centro do Triangulo está posta uma abelha. Ela é o protótipo da operosidade, da vida comunitária, do trabalho oblativo, conjugado e constante, em produção organizada e hierárquica. O trabalho para outrem, opera sem destruir e tem como objetivo o "mel", curativo e nutritivo, para quem busca-o; À esquerda, da parte azul, uma estrela no céu, representado Maria Medianeira, a padroeira da Diocese de Santa Maria, mantenedora do ISJ.

À direita, da parte azul, uma estrela dourada, que, também no céu, representa o padroeiro e patrono do Seminário, São José. A cor prata quer reafirmar que São José não é igual a Deus. Deus é o ouro, ele é prata.